“As Seringueiras da Amazônia”

As Seringueiras da Amazônia


Nova estação da Academia Ambiental faz conexão entre a Olaria Lajes e as Seringueiras da Amazônia

Em 1º de outubro, celebramos mais um importante passo na construção do conhecimento ambiental com a inauguração de uma nova estação da Academia Ambiental: “As Seringueiras da Amazônia”.

Esta estação propõe uma conexão simbólica e histórica entre a Olaria Lajes, referência na cultura do barro, da argila e do fazer artesanal e as seringueiras, árvores que desempenharam um papel essencial no desenvolvimento econômico da região Norte do Brasil, especialmente no Amazonas.

Foi através da exploração do látex, extraído dessas árvores, que o estado do Amazonas viveu o auge do ciclo da borracha, período conhecido como Belle Époque Amazonense – marcado por crescimento urbano, riqueza cultural e intensa transformação social.

A estação “As Seringueiras da Amazônia” não apenas resgata esse passado histórico, mas também lança um olhar para o futuro.  Vamos abordar as potencialidades da bioeconomia amazônica, um modelo de desenvolvimento sustentável que valoriza os recursos naturais da floresta em pé, promovendo inovação, geração de renda e conservação ambiental.

Ao integrar saberes tradicionais, ciência e tecnologia, a Academia Ambiental convida todos a refletirem sobre novas formas de viver e produzir na Amazônia com respeito à natureza, à cultura local e ao potencial transformador da floresta.

A missão do Instituto Soka Amazônia

 

Com sede em Manaus (AM), o Instituto Soka Amazônia se destaca por suas ações em defesa da floresta, com foco na educação ambiental e no engajamento comunitário.

Entre suas iniciativas estão projetos educativos com estudantes, que promovem o contato direto com a natureza por meio de trilhas ecológicas, oficinas e campanhas de sensibilização. A valorização da cultura amazônica também é central, integrando saberes tradicionais como ferramentas para a preservação ambiental.

O Instituto atua com a convicção de que conhecer a floresta é o primeiro passo para protegê-la, assim como orienta o fundador, Dr. Daisaku Ikeda

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Instituto Soka Amazônia promove vivências ambientais e encontro sobre sustentabilidade

Instituto Soka Amazônia promove vivências ambientais e encontro sobre sustentabilidade

Vivência da Academia Ambiental

Nos dias 15 e 17 de setembro, alunos e professores da Escola Municipal Aníbal Beça participaram de uma experiência especial no Instituto Soka Amazônia. Em uma programação adaptada, os visitantes vivenciaram uma “meia academia”, que reuniu a primeira etapa das atividades educativas e uma prática ao ar livre, realizada na área de praia do Instituto.

A cada dia, cerca de 30 estudantes, acompanhados por quatro professores, foram recebidos no auditório para um momento de acolhimento. Em seguida, conheceram o laboratório de sementes e arqueologia, visitaram o meliponário — onde aprenderam sobre as abelhas sem ferrão da Amazônia — e subiram ao Mirante, que oferece uma vista privilegiada da área de preservação.

Após um lanche preparado especialmente para as crianças, o grupo seguiu pela trilha até a praia, onde as atividades ganharam um caráter artístico. Ali, os estudantes apresentaram danças e performances teatrais, conectando expressão cultural e natureza.

A proposta buscou inspirar reflexões sobre a relação entre ser humano e meio ambiente, unindo conhecimento científico, sensibilidade artística e vivência direta em um dos cenários naturais do Instituto.

Encontro da Abraps

No dia 23 de setembro, o auditório do Instituto sediou um evento da Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (Abraps), voltado à apresentação de iniciativas e à colaboração entre associados.

A atividade reuniu representantes de diversas organizações, incluindo empresas parceiras como a Tutiplast, que compartilharam ações voltadas à sustentabilidade. O Instituto Soka Amazônia apresentou seus projetos de Educação Ambiental junto à comunidade e escolas, reforçando o compromisso com a formação cidadã e a preservação do meio ambiente.

Com essas iniciativas, o Instituto reafirma sua missão de aproximar pessoas, empresas e instituições da natureza, promovendo conhecimento, cultura e práticas sustentáveis em Manaus e na Amazônia.

A missão do Instituto Soka Amazônia

 

Com sede em Manaus (AM), o Instituto Soka Amazônia se destaca por suas ações em defesa da floresta, com foco na educação ambiental e no engajamento comunitário.

Entre suas iniciativas estão projetos educativos com estudantes, que promovem o contato direto com a natureza por meio de trilhas ecológicas, oficinas e campanhas de sensibilização. A valorização da cultura amazônica também é central, integrando saberes tradicionais como ferramentas para a preservação ambiental.

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Crianças plantam o futuro com apoio do Instituto Soka Amazônia e Moto Honda


Crianças plantam o futuro com apoio do Instituto Soka Amazônia e Moto Honda


Certa vez, o Dr. Daisaku Ikeda, fundador do Instituto Soka Amazônia, afirmou: “A floresta amazônica é a grande terra-mãe que ensina a paz, a harmonia e a coexistência ao homem.”

Inspirado por essa visão, o Instituto Soka Amazônia, em parceria com diversas instituições, vem ampliando o diálogo com a sociedade por meio de iniciativas educativas e ambientais. Um exemplo é o programa Academia Ambiental, que desde 2017 já alcançou mais de 20 mil estudantes, com uma média de 2 mil alunos por ano.

Essa parceria frutificou em dois eventos realizados com a Moto Honda da Amazônia e o Instituto Soka Amazônia, celebrando o Dia da Árvore, comemorado em 21 de setembro.

Atividade na Escola Municipal Izabel Angarita

No dia 23 de setembro, cerca de 50 alunos participaram de uma atividade especial na Escola Municipal Izabel Angarita, com o objetivo de despertar a consciência ambiental entre os estudantes, aliando conhecimento teórico à prática de campo.

A programação começou com uma palestra interativa, abordando o papel essencial das plantas na manutenção da vida e no equilíbrio dos ecossistemas. Os alunos conheceram diversas sementes e participaram da semeadura de girassóis, levando para casa suas mudas em copos biodegradáveis — um gesto simbólico de cuidado contínuo com a natureza.

Na segunda etapa, os estudantes realizaram o plantio de seis mudas de espécies nativas da Amazônia no espaço da escola: Chuva-de-ouro, Bacaba, Caju, Goiaba e Araçá. Além disso, o Instituto disponibilizou 15 mudas adicionais para doação à comunidade, ampliando o impacto da ação para além do ambiente escolar.

Essa atividade integrou educação ambiental, práticas de conservação e engajamento comunitário, reforçando a importância das parcerias entre instituições, empresas e escolas na valorização da biodiversidade amazônica e na formação de uma consciência ecológica desde a infância.

 

Academia Ambiental no Instituto Soka Amazônia

Já no dia 27 de setembro, o Instituto Soka Amazônia recebeu 102 participantes para uma jornada imersiva na natureza e na história da região.

A abertura contou com representantes da Diretoria de Gestão Ambiental da Moto Honda da Amazônia e do Instituto Soka Amazônia, seguida da exibição de um vídeo institucional. O programa foi uma verdadeira imersão na riqueza natural e cultural da Amazônia:

Laboratório e Sítio Arqueológico: Conhecimento sobre o sítio arqueológico local e as sementes nativas da região.

Mirante e Encontro das Águas: Discussão sobre a importância da água, o tesouro guardado pelo Rio Negro em sua cheia (sítio arqueológico Ponta das Lajes) e o fenômeno do encontro das águas.

Meliponário e Coccoloba: Observação das abelhas sem ferrão da espécie Jupará e da Coccoloba, uma das maiores folhas do mundo.

Sumaúma Baby: Conhecimento sobre a jovem sumaúma, sua história e mecanismos de defesa.

Trilhas Históricas: Visita à Castanheira Centenária e à Trilha da Olaria, que guarda vestígios de uma olaria datada de 1910.

Sumaúma Mãe: A jornada culminou na imponente árvore com mais de 40 metros de altura e 30 anos de idade. Um abraço coletivo simbolizou a conexão e o respeito pela natureza.

Para encerrar com significado, os participantes realizaram a semeadura de uma muda de caju, planta nativa que oferece sombra e frutos essenciais para pessoas e animais. Ao final do dia, todos receberam um kit especial da Honda da Amazônia.

A celebração do Dia da Árvore foi muito mais que um evento pontual — foi um investimento no futuro. Ao proporcionar uma experiência de imersão que conecta história, biodiversidade e a importância da água, o programa semeou a consciência ambiental em quase 100 pessoas.

O objetivo de “enraizar essa cultura principalmente nas crianças” foi cumprido, garantindo que a próxima geração cresça com o conhecimento e a paixão necessários para proteger a Amazônia.

A parceria entre a Moto Honda da Amazônia e o Instituto Soka Amazônia reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a vida.

Veja em nosso Instagram depoimentos dos participantes.

A missão do Instituto Soka Amazônia

 

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Instituto Soka Amazônia promove Balanço Ético Global (BEG) em evento Pré -COP 30


Instituto Soka promove Balanço Ético Global (BEG) em evento Pré-Cop 30

 


Em 18 de setembro, o Instituto Soka Amazônia realizou uma edição do Balanço Ético Global (BEG) na Escola Municipal Francisca Góes. A atividade ocorreu reuniu 59 participantes, entre eles representantes de empresas de EcoGaia, Tutiplast, Super Terminais e Viston, além de alunos e funcionários da escola de ensino fundamental e médio, a equipe do Instituto Soka, voluntários, e representante do Instituto Sumaúma e a secretária de Meio Ambiente do Careiro da Várzea, Lúcia Costa. 

A programação foi aberta com a apresentação dos participantes e uma fala institucional sobre a importância do evento e da parceria com a escola. Após a introdução, foi explicado o funcionamento da atividade, organizada em cinco grupos de, em média, onze pessoas cada.

 Os grupos foram convidados a refletir e produzir materiais criativos a partir de cinco perguntas norteadoras baseadas na Carta da Terra: 

  1. Por que tantas vezes negamos ou ignoramos o que a ciência e os saberes tradicionais dizem sobre a crise climática, e compartilhamos ou compactuamos com a desinformação, mesmo sabendo que vidas estão em risco? 
  2. Por que continuamos com modelos de produção e consumo que prejudicam os mais vulneráveis e não estão alinhados à Missão 1.5°C? 
  3. O que podemos fazer para garantir que os países ricos, grandes produtores e consumidores de combustíveis fósseis, acelerem suas transições e contribuam com o financiamento dessas medidas nos países mais vulneráveis? 
  4. Que tradições, histórias ou práticas (culturais, espirituais) da sua comunidade nos ensinam a viver em maior equilíbrio com a natureza? 
  5. Considerando que precisamos garantir a diversidade no coletivo, como podemos mobilizar mais pessoas, lideranças, corporações, empresas e nações para apoiar mudanças justas e éticas no combate à crise climática? Que ideias e valores poderiam nos inspirar nessa missão? 

Durante a dinâmica, foram elaborados poesias, frases, áudios e desenhos, representando as vivências e perspectivas de cada grupo sobre os desafios e soluções relacionados à crise climática. Todo o material produzido será registrado na plataforma GOV, contribuindo para o levantamento de dados e fortalecimento das ações globais do BEG. 

 

O que é BEG?

BEG é uma iniciativa da @COP30noBrasil,que promove diálogos éticos em comunidades de todo o mundo. Nosso diálogo foi inspirado na Carta da Terra. Por meio de rodas de conversa, dinâmicas e produções criativas, os participantes compartilham ideias, experiências e soluções para uma sociedade mais justa, sustentável e em equilíbrio com a natureza.

A missão do Instituto Soka Amazônia

Com sede em Manaus (AM), o Instituto Soka Amazônia se destaca por suas ações em defesa da floresta, com foco na educação ambiental e no engajamento comunitário.

Entre suas iniciativas estão projetos educativos com estudantes, que promovem o contato direto com a natureza por meio de trilhas ecológicas, oficinas e campanhas de sensibilização. A valorização da cultura amazônica também é central, integrando saberes tradicionais como ferramentas para a preservação ambiental.

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Oito curiosidades sobre as árvores da Amazônia


Oito curiosidades sobre as árvores da Amazônia

1 — O cupuaçu (Theobroma subincanum Mart.) nasceu do cupuí, fruto domesticado há mais de 8 mil anos pelos povos originários.

2 — Nas margens dos rios ocorre uma árvore com uma das maiores concentrações de vitamina C do mundo, superando a acerola e o limão.  A árvore de Camu-camu (Myrciaria dubia) que pode ficar submersa por vários meses durante a cheia.

3 — As árvores da Amazônia são uma farmácia natural, pois muitas espécies têm princípios ativos usados em remédios, como a andiroba (Carapa guianensis) que é anti-inflamatória e repelente e a copaíba (Copaifera langsdorffii) que é antibiótica natural.

4 — Uma única árvore pode ser um grande ecossistema, pois é o abrigo para centenas de espécies como orquídeas, cipós, insetos, aves e até mamíferos, como a Castanheira (Bertholletia excelsa Bonpl.).

 

Castanheira,  árvore nativa da Floresta Amazônica. A “Rainha da Floresta”: É uma das maiores e mais longevas árvores da Amazônia, podendo atingir até 50 metros de altura (equivalente a um prédio de 16 andares) e viver por mais de 500 anos. Sua copa fica acima das demais árvores, o que a classifica como uma árvore dominante.

5 — Algumas árvores possuem a madeira tão densa que afundam na água, e por isso são chamadas de madeira de ferro, como a maçaranduba (Manilkara huberi).

 

 

Maçaranduba

6 — As árvores amazônicas produzem tanta umidade (vapor d’água) que formam os chamados “rios voadores”, levando chuva para outras regiões do Brasil, isso ocorre devido a evapotranspiração das árvores da floresta amazônica, que liberam grandes volumes de água na atmosfera.

7 — Apesar do solo pobre, a floresta cria sua própria fertilidade pela serrapilheira, que é vital porque funciona como a principal fonte de nutrientes para o solo, além de proteger o solo da erosão, reter a umidade e conservar a temperatura

8— Devido a biodiversidade de espécies, as árvores da Amazônia constituem uma fonte de superalimentos, ofertando naturalmente açaí, cupuaçu, castanha-da-Amazônia  e muitos outros frutos e sementes, riquíssimos em vitaminas, minerais, antioxidantes e gorduras saudáveis.

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Instituto Soka Amazônia promove ação em alusão ao Dia da Árvore

Instituto Soka Amazônia promove ação em alusão ao Dia da Árvore

No último dia 20 de setembro, o Instituto Soka Amazônia realizou uma atividade prática em sua área de reserva ambiental, em comemoração ao Dia da Árvore.

A iniciativa reuniu 15 participantes, entre funcionários do Instituto, integrantes do projeto de extensão da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) “Vem Passarinhar Manaus” e representantes das empresas Gaia e Superterminais.

A ação teve como foco a observação e o registro da biodiversidade local, por meio da catalogação de espécies da fauna e da flora. Para isso, foram utilizados os aplicativos iNaturalist e eBird, reconhecidos internacionalmente como ferramentas de ciência cidadã.

O iNaturalist permite o registro fotográfico de espécies — como plantas, animais, insetos e fungos — com identificação colaborativa feita pela comunidade científica.

A reserva do Instituto Soka conta com um projeto específico na plataforma, que concentra os registros feitos por visitantes e contribui para a construção de um inventário digital da biodiversidade local.

Já o eBird, desenvolvido pelo Laboratório de Ornitologia de Cornell (EUA), é voltado para a observação de aves. A plataforma reúne listas de espécies avistadas por observadores de todo o mundo, formando uma das maiores bases de dados sobre avifauna e auxiliando em pesquisas científicas e estratégias de conservação.

Durante a atividade, foram realizados 150 registros no iNaturalist, fortalecendo o banco de dados da reserva. No eBird, os participantes catalogaram 18 espécies de aves, contribuindo para o monitoramento da avifauna da região.

A iniciativa reforça o compromisso do Instituto Soka Amazônia com a educação ambiental, a ciência cidadã e a preservação da biodiversidade amazônica, promovendo experiências que integram tecnologia, pesquisa e participação comunitária.

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Instituto recebe alunos da Universidade Soka da América

O Instituto Soka Amazônia e a Universidade Soka da América (SUA) realizaram o “Soka Amazon Sustainability Study Tour”, programa de imersão com foco na sustentabilidade e biodiversidade.

Treze alunos de nove nacionalidades e um professor da Universidade participaram do programa. Os países são: Brasil, Japão, Estados Unidos, Nepal, Indonésia, França, Venezuela, Chile e Nicarágua.  Entre os dias 25 e 30 de agosto, os alunos vivenciaram a Amazônia com profundo respeito e aprendizado.

Entretanto, essa história teve início nas comemorações pelos dez anos de atuação do Instituto Soka Amazônia, em 2024, o reitor da Universidade Soka da América (SUA), Prof. Dr. Edward M. Feasel, fez a seguinte declaração: “Nós compartilhamos de uma história similar, instituições fundadas por Dr. Daisaku Ikeda, que ele não conseguiu visitar. Trabalhamos para desenvolver valores globais e coexistência harmoniosa entre o ser humano e a natureza.”

Um ano após esse encontro, o Instituto Soka Amazônia recebeu os alunos com uma programação rica em conhecimento.

No dia 26, abertura oficial do evento, os alunos foram recepcionados no Instituto por Luciano Nascimento, diretor-presidente, e João Carlos, diretor ambiental, que deram as boas-vindas e apresentaram a missão e os principais projetos da instituição.

Com uma programação ampla, os alunos da SUA vivenciaram diversas experiências, como a palestra sobre o Encontro das Águas, ministrada por Fábio Alexandre, que abordou a relevância ecológica e cultural desse fenômeno natural.

Os estudantes também visitaram o laboratório e os sítios arqueológicos do Instituto. Lá, Jean Dinelly conduziu uma palestra detalhada sobre os achados arqueológicos da região, com foco nas cerâmicas indígenas e na formação da “terra preta de índio”, um solo fértil de origem antrópica que comprova a presença histórica de comunidades na área.

Em outro momento, os alunos participaram da oficina “Sementes da Paz: Cultivando a Conexão Soka na Amazônia”, os alunos aprenderam sobre a repicagem de mudas: processo de transplante de plantas jovens para locais definitivos ou recipientes maiores. A prática foi realizada com mudas de andiroba, e os participantes puderam observar de perto os resíduos e o lixo trazidos pela cheia do rio, compreendendo o impacto ambiental na região.

Durante o minicurso da semente da paz, a primeira atividade foi uma trilha interativa, onde os alunos formaram duplas e um deles estava vendado, possibilitando assim, sentir a floresta com outros sentidos do corpo. Foi um ponto chave que todos os alunos se encantaram.

Outro destaque foi a visita à comunidade indígena Kambeba. Os alunos foram recebidos pelo líder da comunidade, o Tuxaua, e tiveram a oportunidade de conhecer as danças e músicas tradicionais do povo Kambeba. O Tuxaua enfatizou a importância de preservar a cultura indígena, especialmente entre os jovens.

Palestras sobre tecnologia social e biodiversidade ofereceram aos participantes uma visão acadêmica e prática sobre temas essenciais para a região amazônica. A programação também incluiu uma visita ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Encerrando o Study Tour, os alunos visitaram a Comunidade Flutuante Catalão. A visita foi guiada pela líder comunitária Raimunda, que explicou as principais dificuldades enfrentadas pelos moradores e como os ciclos de cheia e vazante dos rios afetam diretamente suas vidas. Apesar de viverem sobre a água, Raimunda ressaltou que o acesso à água potável e tratada é um dos principais desafios. Os alunos também acompanharam o processo de produção da farinha de mandioca, atividade fundamental para a economia e subsistência da comunidade.

O Study Tour foi concluído com os agradecimentos de Luciano Nascimento, diretor-presidente do Instituto Soka Amazônia. Em suas palavras, Luciano destacou a importância do intercâmbio e enfatizou: “A partir de hoje, todos vocês são embaixadores do Instituto”.

No Instagram do Instituto Soka Amazônia,  veja depoimentos dos alunos participantes e veja mais fotos do Study Tour.

 

Assista

No canal do Youtube do Instituto, entrevista realizada com  o reitor da Universidade Soka da América, Prof. Dr. Edward M. Feasel, realizada em 2024 durante as comemorações dos dez anos do Instituto Soka Amazônia

 

 

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Dia da Amazônia: a força da vida, da cultura e da preservação

Dia da Amazônia: a força da vida, da cultura e da preservação 

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O dia 05 de setembro marca o Dia da Amazônia, uma data que nos convida a reconhecer a grandiosidade da maior floresta tropical do planeta e a refletir sobre os desafios urgentes para sua preservação. 

No Brasil, o Dia da Amazônia foi instituído pela Lei nº 11.621, em 2007. A data não é aleatória, pois o dia 5 de setembro faz referência à criação da Província do Amazonas, ocorrida em 1850, durante o governo do imperador Dom Pedro II, conforme registrado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. 

A Amazônia abriga uma das maiores biodiversidades do mundo. São milhões de espécies de animais, plantas, fungos e microrganismos que desempenham funções vitais para o equilíbrio do planeta. Além de regular o clima, gerar chuvas e armazenar carbono, a floresta é fonte de conhecimento científico e de possibilidades sustentáveis que ainda estão sendo descobertas. Mas a riqueza da Amazônia não está apenas em sua fauna e flora. Ela também se manifesta na diversidade cultural de seus povos nativos. Povos indígenas, ribeirinhos e comunidades tradicionais carregam consigo modos de vida, saberes ancestrais e uma relação profunda de respeito e equilíbrio com a natureza. Suas histórias e práticas são parte indissociável da identidade amazônica. 

É nesse contexto que se destacam as vozes que alertam e se dedicam a preservar a nossa floresta. Como afirma a graduanda em Biologia e Veterinária, Maria Teresa Gomes: 

“A ciência tem se consolidado, de forma progressiva, como uma ferramenta essencial para a preservação da Amazônia, abrangendo não apenas a conservação da fauna e da flora, mas também a salvaguarda dos aspectos culturais associados à floresta. O aprofundamento contínuo dos estudos científicos desempenha um papel estratégico na compreensão e valorização desse patrimônio natural e sociocultural, evidenciando que preservar a floresta é uma questão não apenas ambiental, mas de sobrevivência coletiva.” 

Do mesmo modo, a visão dos povos originários ecoa com força. Para Raimundo Kambeba, da comunidade Três Irmãos: 

“A floresta precisa ser mantida em pé, porque dela vem a nossa vida, nossa força e nossa cultura. Preservar significa também manter vivas as tradições do nosso povo, que estão ligadas à natureza desde sempre.” 

O Instituto Soka Amazônia, através de seus projetos de educação ambiental, pesquisa e conservação, atua diariamente para proteger esse patrimônio natural e cultural. Seja recuperando áreas degradadas — com destaque para os plantios realizados ao longo dos últimos dez anos, que já resultaram em mais de 30 mil mudas plantadas tanto em Manaus quanto em municípios do interior —, promovendo atividades de conscientização ou apoiando comunidades, o trabalho do Instituto busca unir ciência, sociedade e saberes tradicionais em prol de um futuro sustentável. 

Neste Dia da Amazônia, o convite é: preservar a floresta é preservar a vida. É reconhecer que nossa existência está profundamente ligada a esse espaço, e que cada ação, por menor que pareça, pode fazer diferença na defesa do maior tesouro natural do planeta. 

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Dia Mundial da Fotografia

19 de agosto – Dia Mundial da Fotografia

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Nesta segunda-feira, 19 de agosto, data em que se comemora o Dia Mundial da Fotografia, o Instituto Soka Amazônia destacou o poder transformador da imagem por meio de uma atividade especial realizada na Escola Municipal Francisca Góes, localizada no município do Careiro da Várzea (AM). A iniciativa reforçou o compromisso com a educação ambiental e a integração cultural entre Brasil e Japão.

A ação contou com a presença de representantes da Universidade Soka do Japão, incluindo o professor Shinjiro Sato, o Sr. Yasuyuki Kamishima e o estudante de ciência e engenharia Shoya Morishita. O encontro foi marcado por apresentações dos alunos sobre a flora amazônica e o uso de plantas no cotidiano, além de relatos sobre a visita ao Instituto Soka Amazônia, ocorrida em 8 de agosto.

Durante essa visita, os estudantes participaram da Academia Ambiental, onde produziram cartazes ilustrados com fotografias que retratam suas experiências. A atividade reforça a visão do fundador do Instituto, Dr. Daisaku Ikeda, que afirmou certa vez: “A fotografia é uma ‘língua universal’. Mesmo não compreendendo as palavras, é possível entender tudo por meio de uma foto. Com ela, também é possível tocar o coração das pessoas.”

Na programação do dia 18 de agosto, o professor Shinjiro Sato apresentou projetos acadêmicos e ambientais desenvolvidos na Universidade Soka do Japão. Em seguida, alunos, professores, funcionários e visitantes participaram de um plantio coletivo de 10 mudas de espécies amazônicas, como seringa, camu-camu, bacuri liso, buriti, pitomba e castanha de sapucaia. A ação fortaleceu a arborização frutífera da região e consolidou a parceria entre a escola e o Instituto Soka da Amazônia.

O evento foi encerrado com agradecimentos e a confirmação de futuras ações conjuntas, reafirmando o compromisso com a preservação da Amazônia e a formação de uma consciência ambiental entre os jovens da região.

Fotos tiradas na  Reserva Particular do Patrimônio Natural Dr. Daisaku Ikeda. Crédito da fotos: Pablo Cainã

Atividade com os alunos da Escola Municipal Francisca Góes. Crédito das fotos: Escola Municipal Francisca Góes

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Respeitar os povos originários é afirmar o futuro da humanidade

9 de agosto – Dia Internacional dos Povos Indígenas


Confira as entrevistas no link da bio!

Dr. Daisaku Ikeda, fundador do Instituto Soka Amazônia, destacou a importância de aprendermos com a sabedoria dos povos nativos para a proteção da Amazônia: “A sua herança nos ensina que o céu, a terra, os pássaros, os animais e o homem mantêm um perfeito inter-relacionamento e respiram igualmente como sem fossem um único corpo. Eles nos ensinam a ver a Terra como uma única grande vida”.

Ao longo de séculos, as comunidades indígenas têm mantido vivas tradições, saberes, línguas e modos de vida que dialogam com a natureza em equilíbrio, respeito e reciprocidade.

O dia 9 de agosto, reconhecido pela Organização das Nações Unidas como o Dia Internacional dos Povos Indígenas, representa muito mais do que uma data comemorativa: é um marco de reconhecimento, valorização e compromisso com os povos originários que habitam, protegem e enriquecem os territórios.

Seus conhecimentos não são apenas culturais — são também científicos, espirituais e ambientais. Preservá-los é preservar uma herança inestimável da humanidade.

O Censo 2022 revelou que o Brasil possui 1.693.535 pessoas indígenas, o que corresponde a 0,83% da população total do país. O número representa um aumento de 89% em comparação com o censo de 2010, quando foram contabilizados 896.917 indígenas. Um dado importante é a mudança na distribuição espacial da população indígena, com mais pessoas vivendo em áreas urbanas (53,97%) do que em áreas rurais (46%). A região Norte concentra o maior número de indígenas (753.780 pessoas) e o maior número de localidades indígenas (5.158). O estado do Amazonas se destaca com o maior número de localidades indígenas (2.571), representando 30% do total do país.

Conversamos com Raimundo Kambeba. Ele é gestor da Escola Indígena Kanata na Comunidade Três Unidos e é do povo Kambeba, também chamados de Omágua, ou povo das águas. Os Kambeba são conhecidos por suas canoas resistentes e de navegação eficiente. Ele fala sobre a importância dos povos indígenas, a preservação da identidade e das tradições.

Entrevistamos Stephanie Birrer, gestora ambiental. Ela fala sobre a importância da preservação da cultura indígena e o quanto podemos aprender com eles.

É fundamental reafirmar que a proteção dos povos indígenas está diretamente ligada à proteção da biodiversidade, dos recursos naturais e da sustentabilidade do planeta.

Neste 9 de agosto, reforçamos a importância de ampliar os espaços de participação dos povos indígenas na sociedade, valorizando seus saberes, protegendo suas culturas e garantindo seus direitos. Que esta data inspire ações efetivas e permanentes, que fortaleçam a justiça social, a equidade e a diversidade.

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