Instituto Soka Amazônia

Dia Mundial da Vida Selvagem

O Dia Mundial da Vida Selvagem é celebrado em 3 de março. A data foi instituída em 2013 pela Assembleia Geral das Nações Unidas para marcar a assinatura da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), em 1973. O objetivo é chamar atenção para a importância da biodiversidade e para os desafios relacionados à conservação das espécies em todo o mundo.

A data reforça o compromisso global de proteger a fauna não apenas como agenda ambiental mas por uma questão de qualidade de vida.

Iniciativas de conservação no Brasil

No Brasil, país que abriga uma das maiores biodiversidades do planeta, a proteção da vida selvagem está associada a uma ampla rede de políticas públicas e áreas protegidas.

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) organiza categorias de manejo que incluem parques nacionais, reservas biológicas, estações ecológicas e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Além das unidades de conservação, iniciativas como planos de ação para espécies ameaçadas, fiscalização ambiental e projetos de monitoramento da fauna têm sido fundamentais para conter a perda de biodiversidade. Organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa e reservas privadas também desempenham papel estratégico, pois ampliam a proteção de áreas naturais e fortalecem a conectividade entre fragmentos florestais.

Na Amazônia, esse esforço é ainda mais decisivo. A região concentra espécies emblemáticas, endêmicas e altamente sensíveis à fragmentação do habitat.

O papel do Instituto Soka Amazônia na proteção da fauna  

Em Manaus (AM), o Instituto Soka Amazônia contribui diretamente para a proteção da fauna por meio da gestão da RPPN Dr. Daisaku Ikeda, que protege parte da Floresta Amazônica em área urbana. A reserva funciona como refúgio para diversas espécies e mantém processos ecológicos essenciais ao equilíbrio ambiental da cidade.

Entre as espécies registradas estão o Ramphastos tucanus (tucano-de-papo-branco), importante dispersor de sementes; o Saimiri sciureus (macaco-de-cheiro), que depende da conectividade florestal para sobreviver; a Cuniculus paca (paca), essencial na dinâmica de regeneração do sub-bosque; e a Boa constrictor (jiboia), associada a ambientes aquáticos preservados.

A atuação do instituto vai além da proteção territorial. A área é utilizada para pesquisa científica, monitoramento da biodiversidade e atividades de educação ambiental com a população. Ao manter a floresta em pé dentro do contexto urbano, o instituto contribui para a regulação do microclima, a proteção dos recursos hídricos e a manutenção da diversidade biológica.

Neste Dia Mundial da Vida Selvagem, reforçamos que conservar é um compromisso contínuo. Proteger a fauna amazônica é proteger o equilíbrio da cidade, da floresta e das futuras gerações.

Tucano. Foto: Instituto Soka Amazônia
Macaco de cheiro. Foto: Instituto Soka Amazônia
Jiboia. Foto: Instituto Soka Amazônia

A missão do Instituto Soka Amazônia

Com sede em Manaus (AM), o Instituto Soka Amazônia se destaca por suas ações em defesa da floresta, com foco na educação ambiental e no engajamento comunitário.

Entre suas iniciativas estão projetos educativos com estudantes, que promovem o contato direto com a natureza por meio de trilhas ecológicas, oficinas e campanhas de sensibilização. A valorização da cultura amazônica também é central, integrando saberes tradicionais como ferramentas para a preservação ambiental.

O Instituto atua com a convicção de que conhecer a floresta é o primeiro passo para protegê-la, assim como orienta o fundador, Dr. Daisaku Ikeda

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